Obrigada aos 41 comentários do post anterior!
Perguntas do Ask-me respondidas.
Tudo bem ser fã… como diz minha amiga Gaby, hoje em dia é realmente muito difícil você não ter um ídolo. Tem sempre aquele carinha daquela banda, aquela banda, aquela cantora ou aquele cantor que de qualquer forma vai te influenciar, vai te inspirar, e aquela música alegre deles vai fazer você se sentir melhor quando você está triste. Ou se você for uma Camilla Martins da vida e é fã de algum jogador de futebol, o simples fato de vê-lo jogando já te deixa feliz e já te faz gritar.
Falando nisso… pai, meus sinceros pedidos de desculpa por eu quase te deixar surdo nos jogos da Alemanha, e por gritar toda vez que o Neymar aparece na TV, fazendo eu agir como uma verdadeira retardada.
Continuando… o problema é quando você exagera e começa a pensar, fazer e agir como seu ídolo ou fazer tudo inspirado nele, chegando até mesmo a copiá-lo. Aí, você tem probleminha.

Eu estava vendo em um blog que o Taylor Lautner estava falando que as fãs brasileiras eram muito agressivas. Tá… eu entendo que ele tentou ser engraçado e acabou sendo ignorante. Mas ele tem um pouco de razão… nós, fãs brasileiros, somos na maioria muito fanáticos, e acabamos passando dos limites. Imagina 2 mil pessoas correndo atrás de você num saguão de um hotel? Você, mesmo sabendo que são fãs, ficaria de uma certa forma ficaria com medo da agressividade ou o que eles poderiam fazer contra você. Eu entendo que a maioria dos nossos ídolos são internacionais e eles vem uma vez por ano (ou até menos, ou então, como é o caso da Miley Cyrus e da Lady Gaga, nunca vieram) para o Brasil, mas acho que tem que ter um limite… amar é diferente de quase matar seu ídolo, por mais que na hora de conhecê-lo você esteja quase explodindo.
Imagina eu correndo atrás do Joe Jonas…

Não fique com ciúmes Müller, eu também te amo muito.
Eu acho que existe uma grande diferença entre o fanatismo doentio e o fanatismo saudável. O fanatismo saudável é aquele que você é fã, torce pelo seu ídolo, pode até mesmo ter um amor platônico por ele, ouve as músicas dele ou então acompanha o trabalho dele. Agora o fanatismo doentio é aquele que é como uma droga: você vive para o ídolo, você esquece da sua vida, você muda de classe: de fã, você passa para doente mental. Você quer ser como ele, quer imitá-lo… mas cuidado: há uma grande diferença entre cópia e inspiração.
Eu lembro que quando eu tinha entre 11 e 12 anos (realmente faz muito tempo… não) eu queria ser igual a Sharpay Evans. Eu imitava ela, eu falava como ela, eu agia como ela… eu pedia para as pessoas me chamarem de Sharpay… era ridículo. Mas de uma certa forma, eu aprendi com isso. Eu tomei um soco na cara da vida e eu entendi que ídolos são para serem admirados, são para serem nossa inspiração… e não nós sermos uma xerox deles. E hoje, eu aprendi a me inspirar, admirar, amar meu ídolo… sem querer imitá-lo (apesar de algumas vezes eu ver Hannah Montana ou os vídeos do Felipe Neto e ficar falando que nem eles,
).
Acho que no começo do nosso fanatismo ou da nossa admiração pelos nossos ídolos, nós somos mesmo um tanto exagerados, afinal, é tudo muito novo. Aquele artista é novo e te conquistou de uma maneira que você acaba viciando nele. Mas depois de um tempo, esse amor e essa admiração acabam amadurecendo, mas isso não quer dizer que você deixou de ser fã. Muito pelo contrário. E eu falo isso como experiência própria.
Eu vejo essas fãs de Restart, Cine… tem umas que são completas retardadas. Acho que todo artista que tem fãs, tem fãs retardados, mas como o Restart, Cine e outras bandas estão em evidência, esses fãs aparecem mais. Por exemplo esse vídeo.
“Cheguei aqui às zeis“, “Puta falta de sacanagem“, “duzentas e cinquentas“, “não vinheram“… acho que depois de todos esses erros, o professor Pascoali não tá nem mais vivo er
Mas eu confesso que fiquei com muito medo do garoto dizendo que ia xingar no Twitter. Será que ele vai me reportar pra spam? *medo*

Então, eu concluo da seguinte forma: ser fã é a coisa mais natural do mundo. Mas eu acho que tudo tem limite. Tem limite pra brincar, tem limite pra twittar (aliás, ultimamente o Twitter tem me bloqueado por duas horas quando eu twitto demais)… e tem limite pra fanatismo também. Seja fã, mas não seja doente.
Eu acho até mesmo que escrevi esse post só pra dar uma de cult, porque eu continuarei berrando toda vez que eu ver o Müller ou o Neymar na TV, continuarei explicando a diferença entre Miley Cyrus e Demi Lovato pros meus pais, continuarei defendendo a Tisdale quando minha mãe diz que ela tem um nariz feio (ou até mesmo concordando que ela pode ter feito uma cirurgia plástica e não uma rinoplastia), continuarei estressada quando falam mal da Lady Gaga e continuarei ensinando pro meu pai a pronúncia correta de Jonas Brothers e insistindo pra ele que eu prometo ser uma boa aluna em nome do show dos Jonas.
E não esqueça do infame poema de um desconhecido *tocando violino*:
Rosas são vermelhas, violetas são azuis. Minha vida é uma merda, e você é um filho da puta.
~Vendo vídeos do Felipe Neto e me inspirando pra postar~
Beijonas!
Mih
Gaby
Amyh
Carol
Angelica
Larissa
Nothing Cliché
Ananda
Danii
Jessica Naomi
Natasha
Fêe
Orlando Schlappkolh
May
:: Loma
Fernanda
Taís M
Miih
Mario
Mariana
Thyz
Priscila
Luiza
Maíra
Mari




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